Em caso de emergência, pacientes devem ligar para:
(86) 99982-0547

Autor: Fabrício Cavalcante / Página 9 de Array

Oncofitness

Para proporcionar a melhora da qualidade de vida dos nossos colaboradores, combater o sedentarismo e ajudar a diminuir o estresse, criamos o OncoFitness. Um projeto que faz parte da nossa essência: valorizar a vida, a saúde e promover o bem-estar.

2º TEAL Oncoclínica

O nosso 2º TEAL foi maravilhoso! Agradecemos a presença de todos neste projeto que, além de integrar grupos e tratar da humanização do trabalho em equipe, proporciona um momento de diversão e relaxamento para os nossos profissionais.1

_mg_0822 _mg_0917
_mg_0929 _mg_0963 _mg_0987 _mg_0995 _mg_1053 _mg_1093 _mg_1111 _mg_1127 _mg_1188 _mg_1198 _mg_1214 _mg_1226 _mg_1227 _mg_1260 _mg_1301 _mg_1397 _mg_1424 _mg_1457 _mg_1485 _mg_1509 _mg_1612 _mg_1618 _mg_1631 _mg_1639 _mg_1665 _mg_1695 _mg_1710 _mg_1729

_mg_1758

14 anos de Oncoclínica.

Almoço especial em comemoração aos 14 anos da fundação da clínica e recepção dos novos oncologistas que agora fazem parte da nossa família: Dr. Cláudio Rocha e Dr. Danilo Fonseca.

_mg_3821 _mg_3831 _mg_3846 _mg_3868 _mg_3880

Projeto “Mãos a Arte”

arteterapia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Arteterapia é o uso da arte como base de um processo terapêutico, propiciando o alívio da ansiedade, bem como outros resultados em um breve espaço de tempo. Esta técnica utiliza-se dos recursos artístico-expressivos para contribuir na expressão e comunicação de sentimentos, pensamentos e vivências. Vale ressaltar que para a realização desse tipo de trabalho é necessário uma formação específica, através de cursos de formação ou especialização.

Em uma parceria entre a psicóloga Ingrid Orsano e o Arteterapeuta Michael Amorim, criamos o Projeto “Mãos a Arte”, que consiste em desenvolver atividades com os pacientes que estiverem realizando a quimioterapia. Objetivando ampliar habilidades, valorizar a singularidade e o desenvolvimento do potencial criativo, esta terapia ajuda a romper o isolamento das pessoas no momento de sua quimioterapia e aliviar o stress.

Julho Verde – Dia 27, Dia Mundial de Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço.

A Campanha Julho Verde é uma tentativa global de conscientização da população para os principais fatores de risco do câncer de cabeça e pescoço, dentre eles o cigarro e o álcool.

O dia 27 de julho foi escolhido como o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço durante o 5º Congresso Mundial da Federação Internacional das Sociedades Oncológicas de Cabeça e Pescoço (IFHNOS), em 2014 na cidade de Nova Iorque, EUA.

Anualmente, quase 350 mil pessoas morrem por ano por causa do câncer de cabeça e pescoço e, quase o dobro disso é diagnosticado no mesmo período. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), apontam cerca de 18 mil casos novos diagnosticados anualmente no país, sendo o de laringe, faringe e cavidade oral o segundo mais comum em homens e o de tireóide o quinto mais comum em mulheres.

O tipo de câncer mais comum na cabeça e pescoço é o espinocelular ou Escamoso, fortemente associado ao tabagismo e que, somado à ingestão de bebida alcoólica, aumenta em 20 vezes o risco de ter a doença. Outros tipos também devem ser considerados, como o relacionado ao HPV.

Portanto, se você possui uma ferida na boca que não cicatriza, nódulo no pescoço endurecido e com aumento progressivo ou rouquidão por mais de 21 dias seguidos, procure um especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, pois quando a doença é diagnosticada nos estágios inicias (I e II) as chances de cura são altas.
Dr Márcio Jackson de Souza Barreto
Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Cirurgia Crânio-Maxilo- Facial
WhatsApp-Image-20160726CRM-PI 6264

Festa Junina Oncoclínica

Quem não ama Festa Junina, não é mesmo? A Oncoclínica já entrou no clima da folia e sexta à noite tivemos o nosso arraial! Uma noite muito divertida, com muito arrasta-pé. Agradecemos pela presença de todos!

WhatsApp-Image-20160618 (5) WhatsApp-Image-20160618 (11) WhatsApp-Image-20160618 (15) WhatsApp-Image-20160618 WhatsApp-Image-20160618 (1) WhatsApp-Image-20160618 (4)

Aspectos Psicológicos Gerados Em Pacientes Diante Da Fosfoetanolamina

Aspectos Psicológicos Gerados Em Pacientes Diante Da Fosfoetanolamina

No dia 19 de maio, por 6 votos a 4, o Supremo Tribunal Federal (STF)  decidiu suspender uma lei, válida desde abril de 2016, que autorizou pacientes com câncer a fazerem uso da Fosfoetanolamina sintética,  suspendendo  também as decisões judiciais que obrigavam o governo a fornecer a chamada “pílula do câncer”.

Mas afinal, o que é a Fosfoetanolamina? É um remédio? Substância?

Para ser mais precisa, trata-se de uma substância sintética que vem sendo investigada quanto à possibilidade de interferir no crescimento do câncer.

Os estudos com esta substância foram iniciados no começo dos anos 90, por um químico, no Instituto de Química de São Carlos – USP. O estudo descreve a ação da substância como uma espécie de marcador, sinalizando para o corpo sobre as células cancerosas, deixando as mesmas mais visíveis para que o sistema imunológico possa combatê-las.

Porém, em 2015, começou uma grande polêmica em torno da Fosfoetanolamina.  Mas o que há de errado com essa substância sintética, já que ela parece ser tão promissora?

A resposta começa por esta ser ainda uma substância sintética e não uma droga. Isso mesmo, a Fosfoetanolamina é uma substância experimental, não possui registro na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e consequentemente não pode ser distribuída livremente para a população.

Indo mais a fundo, para ela ser aprovada como um medicamento e ter registro na ANVISA, teria que passar por todas as fases rigorosas de uma pesquisa clínica. Existem muitos relatos positivos de pacientes que fizeram o uso da substância na mídia, mas a existência de relatos de cura entre pacientes que recorreram à Fosfoetanolamina não comprova a sua eficácia contra o câncer. Estudos com seres humanos necessários para que uma substância seja considerada um medicamento, chamados testes clínicos, têm planejamento e controle rigorosos, além de um acompanhamento contínuo dos pacientes.

Neste contexto, é temerária e compreensível a discussão gerada em torno da temática. Há uma diferença entre respeitar o direito do paciente de buscar uma terapia alternativa e forçar o Estado a disponibilizar essa terapia alternativa quando não há comprovação científica. Isso é ruim para o Estado, para a população e pode ser mais grave para o paciente.

Outro aspecto grave que acompanha essa discussão é a esperança gerada em cima dessa substância. Muitos pacientes encontram na Fosfoetanolamina a chance de sua cura, ocasionando uma falsa expectativa. Por exemplo, imagine um paciente paliativo vivendo seus momentos de tratamento, se deparando com a “pílula do câncer” e depositar nela toda a sua esperança e chance de cura. Ou imagine um paciente que tem seu diagnóstico curativo, abandonando o tratamento convencional em nome dessa substância. Se o próprio diagnóstico e tratamento já são sofridos e desgastantes, imagine agora a frustração que poderia ocasionar neste paciente que depositou todas as suas fichas em uma substância ainda longe de se tornar um medicamento. Isso pode ser facilmente comparado com “brincar” com os sentimentos e com a vida de pessoas que já estão sofrendo há um bom tempo.

Na sessão do dia 19 de maio de 2016, o plenário da Corte analisou um pedido de liminar da Associação Médica Brasileira (AMB) para suspender a lei, aprovada no Congresso e sancionada em abril pela presidente afastada Dilma Rousseff. No julgamento do mérito, ainda sem data prevista, o plenário deve decidir se anula ou não a lei.

Portanto, conclui-se que novos medicamentos precisam ser testados com responsabilidade e ética antes de serem disponibilizados no mercado, mesmo que sejam gratuitos. Dessa forma, garantiriam a segurança, a esperança e a expectativa favorável para o paciente que tanto necessita.

 

Ingrid Orsano
Psicóloga

A experiência de trabalhar na Oncoclínica por Marco Philipe.

A experiência de trabalhar na Oncoclínica por Marco Philipe.

Nossos guerreiros e seus ensinamentos
O nordestino é, antes de tudo, um forte. Assim, Euclides da Cunha

descreveu os sertanejos magros e maltratados do início do século XX, uma

revolução do pensamento que até então se tinha dos moradores do ambiente

hostil da caatinga nordestina. Da mesma forma, paulatinamente se quebram

paradigmas em relação ao paciente oncológico: não mais visto como um

infortunado, mas um guerreiro e, dessa forma, por definição, um potencial

vencedor.

 

Pelo que lutam, então, esses guerreiros? Responder que é simplesmente

por suas vidas, seria ignorar as múltiplas dimensões do ser humano. Trabalhar

acompanhando as sessões de quimioterapia na Oncoclínica nos permite

conhecer várias histórias e esboçar de uma resposta mais completa.

Antes de Cristo, Hipócrates já dizia: curar quando possível; aliviar quando

necessário; consolar sempre. Aceitar que não se domina plenamente o curso da

vida é o primeiro passo para compreender que o paciente oncológico não é

injustiçado pelo destino. Sob o olhar mais atento, é uma pessoa que tem a chance

de levar sua vida sem receios, diferentemente da maioria dos outros, que, muitas

vezes, desperdiçam o tempo por julgá-lo infinito.

 

As pessoas com câncer lutam pela felicidade – de si próprias e dos seus.

Rapidamente, compreendem que a alegria não advém necessariamente da

absoluta extirpação da doença, uma vez que somos humanos e a morte é nosso

destino inalterável. A vitória vem de percorrer o trajeto da vida aproveitando

cada momento, deixando bons frutos, amando e chorando, quando necessário.

Todas as pequenas conquistas, como voltar para casa depois de uma internação

hospitalar, cuidar da sua plantação, de seus animais, retomar o trabalho, rever os

amigos, abraçar os filhos, pais, netos, irmãos, vizinhos ou um estranho, são – com

razão – festejadas e fazem seus dias mais pontilhados de alegrias.

 

Buscar a cura é, sim, no entanto, um objetivo justo. O diagnóstico cada vez

mais precoce, os tratamentos mais efetivos e o corpo profissional de vanguarda

tornam a expectativa de cura cada vez maior. Para nós, funcionários, trabalhar

em um serviço que oferece o melhor para o paciente, deixa a sensação de

completude profissional; o ambiente leve e os sorrisos fáceis que se encontram

na clínica, trazem a humanidade que muitas vezes falta em serviços de saúde. Os

dias de trabalho na Oncoclínica são, na verdade, reuniões com nossos amigos, os

pacientes, juntos com os quais passamos pelo tratamento com leveza e fé.

 

A experiência que se adquire dos guerreiros com câncer reside, assim, no

aprender a valorizar a vida. O paciente oncológico é quase sempre um desafio,

comumente um vitorioso, mas sempre um professor.
Marco Philipe Teles é médico e faz parte da equipe de quimioterapia da Oncoclínica.

Nossa equipe participou do Oncomaster Meeting II

Nossa equipe participou do Oncomaster Meeting II

A Dra. Cristiane Napoleão, juntamente com a Dra. Mariella, participaram do Oncomaster Meeting II, no Rio de Janeiro. O evento é um encontro entre os maiores especialistas em oncologia do Brasil para discussão de temas relevantes e apresentação de novidades no ramo da Oncologia. Palestras, workshops e discussões sobre as maiores tendências do mercado com renomados participantes.

9dc68332-9221-403e-a1de-d69d1b119ff3 (1) 411dba19-c130-4199-83ab-ff4f833ba938 (1) 3c96f11f-4bbe-4363-a9b0-5efcf1856cc5 (1)

Mulheres que fizeram mastectomia têm descontos na compra de carros

13118833_10153765217193541_7138179526838703573_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por causa da remoção total ou parcial da mama (Saiba o que é mastectomia), a mulher perde parte da força no braço em razão de esvaziamento das glândulas axilares. Isenção de IPI, ICMS e IPVA.
Nem todas as mulheres que passaram por este processo sabem que têm direito a comprarem um carro zero com câmbio automático e direção hidráulica sem IPI, ICMS, IPVA e liberados de rodízio. Veja o que fazer:

  1.  O primeiro passo é tirar a carteira de habilitação especial. No processo a mulher passa pela avaliação de um médico cadastrado pelo Detran, que provará sua mobilidade reduzida. A mulher pode levar para esta avaliação exames que já fez e comprovam a doença.
  2. É a hora do exame prático. Procure uma auto-escola especializada, que oferece carros automáticos para ensinar mulheres com este tipo de limitação.
  3. Depois de estar com a habilitação em mãos e o exame prático concluído, inicia-se a entrada nos pedidos de isenções de IPI, ICMS e IPVA – um por vez, feitos na Secretaria da Fazenda. Todo esse tramite leva, em média, três meses.

Fonte: Grand Brasil

Página 9 de 11