Em caso de emergência, pacientes devem ligar para:
(86) 99982-0547

Notícias

Julho Verde – Dia 27, Dia Mundial de Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço.

A Campanha Julho Verde é uma tentativa global de conscientização da população para os principais fatores de risco do câncer de cabeça e pescoço, dentre eles o cigarro e o álcool.

O dia 27 de julho foi escolhido como o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço durante o 5º Congresso Mundial da Federação Internacional das Sociedades Oncológicas de Cabeça e Pescoço (IFHNOS), em 2014 na cidade de Nova Iorque, EUA.

Anualmente, quase 350 mil pessoas morrem por ano por causa do câncer de cabeça e pescoço e, quase o dobro disso é diagnosticado no mesmo período. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), apontam cerca de 18 mil casos novos diagnosticados anualmente no país, sendo o de laringe, faringe e cavidade oral o segundo mais comum em homens e o de tireóide o quinto mais comum em mulheres.

O tipo de câncer mais comum na cabeça e pescoço é o espinocelular ou Escamoso, fortemente associado ao tabagismo e que, somado à ingestão de bebida alcoólica, aumenta em 20 vezes o risco de ter a doença. Outros tipos também devem ser considerados, como o relacionado ao HPV.

Portanto, se você possui uma ferida na boca que não cicatriza, nódulo no pescoço endurecido e com aumento progressivo ou rouquidão por mais de 21 dias seguidos, procure um especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, pois quando a doença é diagnosticada nos estágios inicias (I e II) as chances de cura são altas.
Dr Márcio Jackson de Souza Barreto
Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Cirurgia Crânio-Maxilo- Facial
WhatsApp-Image-20160726CRM-PI 6264

Nossa equipe participou do Oncomaster Meeting II

Nossa equipe participou do Oncomaster Meeting II

A Dra. Cristiane Napoleão, juntamente com a Dra. Mariella, participaram do Oncomaster Meeting II, no Rio de Janeiro. O evento é um encontro entre os maiores especialistas em oncologia do Brasil para discussão de temas relevantes e apresentação de novidades no ramo da Oncologia. Palestras, workshops e discussões sobre as maiores tendências do mercado com renomados participantes.

9dc68332-9221-403e-a1de-d69d1b119ff3 (1) 411dba19-c130-4199-83ab-ff4f833ba938 (1) 3c96f11f-4bbe-4363-a9b0-5efcf1856cc5 (1)

Mulheres que fizeram mastectomia têm descontos na compra de carros

13118833_10153765217193541_7138179526838703573_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por causa da remoção total ou parcial da mama (Saiba o que é mastectomia), a mulher perde parte da força no braço em razão de esvaziamento das glândulas axilares. Isenção de IPI, ICMS e IPVA.
Nem todas as mulheres que passaram por este processo sabem que têm direito a comprarem um carro zero com câmbio automático e direção hidráulica sem IPI, ICMS, IPVA e liberados de rodízio. Veja o que fazer:

  1.  O primeiro passo é tirar a carteira de habilitação especial. No processo a mulher passa pela avaliação de um médico cadastrado pelo Detran, que provará sua mobilidade reduzida. A mulher pode levar para esta avaliação exames que já fez e comprovam a doença.
  2. É a hora do exame prático. Procure uma auto-escola especializada, que oferece carros automáticos para ensinar mulheres com este tipo de limitação.
  3. Depois de estar com a habilitação em mãos e o exame prático concluído, inicia-se a entrada nos pedidos de isenções de IPI, ICMS e IPVA – um por vez, feitos na Secretaria da Fazenda. Todo esse tramite leva, em média, três meses.

Fonte: Grand Brasil

Você sabe o que é Câncer Colorretal?

Você sabe o que é Câncer Colorretal?

12813914_786124351492215_8925586211747419556_n

Março é considerado o mês de conscientização sobre o Câncer Colorretal, uma doença que atinge o intestino grosso e pode acontecer indistintamente em homens e mulheres.

Em sua maioria, o câncer colorretal se desenvolve gradativamente por uma alteração nas células que começam a crescer de forma desordenada sem apresentar qualquer sintoma. Por esse motivo, é fundamental fazer exames de rotina para ajudar na detecção precoce.

A maioria dos casos, em estágio inicial, de câncer colorretal não apresentam quaisquer manifestações clínicas. Por isso, é importante ficar atento a qualquer mudança, sinal ou sintoma diferente, como:

  • Diarreia ou constipação;
  • Sensação de que o intestino não é completamente esvaziado;
  • Presença de sangue nas fezes;
  • Dor abdominal tipo cólica, sensação de inchaço abdominal;
  • Perda de peso sem um motivo específico;
  • Cansaço e fadiga constante.

Estes sintomas também estão relacionados a outras doenças, não são necessariamente exclusivos do câncer colorretal. Entretanto, existindo qualquer um destes, um médico deverá ser consultado para o diagnóstico preciso e o início do tratamento caso necessário.

Em qual médico devo ir?

O Coloproctologista é o médico especialista nas doenças do intestino. Aqueles com histórico familiar ou outros fatores de risco, devem conversar com seus médicos para estabelecerem o início dos exames de rastreamento mais precocemente ou realizá-los com mais frequência. Para aqueles que não possuem fatores de risco identificados, é importante ter o acompanhamento médico a partir dos 50 anos.

Os exames de rastreamento podem detectar o câncer colorretal precocemente, quando ainda a possibilidade de cura é grande. Isso ocorre porque alguns pólipos ou tumores podem ser encontrados e removidos antes de se transformarem em câncer.

O rastreamento é o processo da detecção de câncer em pessoas sem qualquer sintoma, e pode ser dividido em dois grandes grupos:

Exames que podem detectar a presença de pólipos – São exames que avaliam a estrutura do cólon para detectar as áreas anormais. Os pólipos podem ser retirados antes de se tornarem cancerígenos.

Exames para detecção de câncer – Exame de fezes para detecção de sinais de câncer. Este exame é menos invasivo e mais fácil de ser feito, mas é menos específico para detecção de pólipos.

Esses exames, assim como outros podem ser utilizados quando as pessoas têm sintomas no aparelho digestivo que podem ser de câncer colorretal ou outras doenças que acometem o intestino.

colonoscopia_2

Os tratamentos contra o câncer colorretal, na maioria das vezes, podem trazer alguns efeitos colaterais interferindo na forma como o paciente se alimenta. Está comprovado que uma alimentação saudável, que contêm nutrientes (proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais e fibras) em quantidades adequadas são indicadas em todas as etapas da doença, mas em especial durante o tratamento.

alimentacao

O planejamento alimentar é parte importante do tratamento. Uma alimentação correta durante essa fase pode contribuir para o seu bem estar e fortalecimento, evitando a degeneração dos tecidos do corpo e ajudando a reconstruir aqueles que o tratamento contra o câncer possa ter prejudicado. Pacientes com boa alimentação durante o tratamento têm melhores condições de vencer os efeitos colaterais e de enfrentar, com êxito, a administração de doses mais altas de certos medicamentos.

Dicas de Alimentação

  • Fracione as refeições. Opte por pequenas porções de 3 em 3 horas;
  • Adquira o hábito de colorir o seu prato com porções de verduras, legumes e cereais. Um prato colorido significa nutrientes diferentes e importantes para o bom andamento do seu organismo;
  • Diminua o consumo de fritura e alimentos que contenham sal;
  • Coma devagar e mastigue bem os alimentos;
  • Evite alimentos industrializados;
  • Hidrate-se com água, sucos naturais ou água de coco.

Fonte: Oncoguia.

Confraternização de Natal

Nossa confraternização de Natal foi linda, com um clima de união e felicidade entre todos os nossos colaboradores. Queremos compartilhar esse momento com todos vocês.
3bae46c7-3bea-4ae1-b2e0-7ab12bed8902 6bf3c8ec-a4d3-4c9f-adf2-ab31116bfc7d 15a9c3b9-e7a2-4eb4-b9c1-dfd2d762ecde 62b8d31c-960b-4783-937c-813066a4521b 74a7b93e-b56b-47a0-8253-bd9666a61c12 352c609b-3901-4cce-a53e-99a45bd50122 a935c3ed-1b50-45c3-a099-d0b4d98749a7 ba3f53b4-2c9c-4413-a95c-fca48926447a e051a424-fd9d-42bb-b7a7-758fa532b589617e924b-fa1c-42fe-af24-7f6946fca09e 211932b8-fb3a-41b1-9b78-afa5358a2e23 b2e547a8-6bb8-4d22-a73c-5c9c8f7eb735 cd0a9328-b2ee-4b1e-be2d-40a60f294be8 d5daa9b7-d0f8-45ae-9bc9-bd5d5d79e1258f6f9749-5847-4beb-8e1f-cd7441385924 19d40a9d-f8c4-487c-a262-7069dfecc64a 49c1c0db-aba2-4fc3-9d63-834e8004e678 76efa750-e34b-4bc7-b7cc-3fdf86de2cd0 2103a16d-ea5f-443f-a708-cacd9c7e7446 022455e4-ee41-44bc-9cb9-3354b0b84112 570358fa-ce50-4d9c-99c7-2e7823c00e2e ad655bbf-9403-40b2-bdb3-97045e548e89 b3249a25-adac-46f6-a8e4-49f71531c05b 768bbf4b-a947-4c3c-b325-c336116e8569 5a96bf41-13ba-42e0-875b-ebed72494536 a11bce77-52c0-4d1d-95af-7a62b09d37a3

Dr. João Batista Segundo fala sobre a dor.

A dor aguda e crônica é uma experiência desagradável que leva os pacientes em geral

e em especial os pacientes oncológicos ao rompimento da qualidade de vida, da

funcionalidade, do sono e na maioria dos casos acarretando depressão ou ansiedade.

Sabe-se que a dor oncológica afetou cerca de 17 milhões de pessoas no mundo nos

últimos 30 anos, a grande maioria sem tratamento ou controle adequado do seu quadro

doloroso. Logo, faz-se necessário um atendimento especializado ao paciente com câncer tendo

em vista que 30-40% desses pacientes em tratamento ativo têm dor oncológica e cerca de 80-

90% dos mesmos têm dor intensa na doença avançada.

Diante desse quadro, na condição de profissionais da saúde, devemos sempre avaliar

detalhadamente os pacientes com câncer com o objetivo de quantificar a dor e classificá-la.

Assim, a dor oncológica pode ser multifatorial: relacionada ao tumor, ao tratamento ou à

presença de morbidades associadas. Ainda podemos dividi-las em dor nociceptiva somática ou

visceral, dor neuropática ou dor mista, destacando-se que a maioria dos pacientes, com o

avançar da doença, apresentam dores mistas – o que implica tratamento específico para cada

tipo de dor.

Com relação ao primeiro fator, os tumores que mais freqüentemente apresentam dor

são os tumores ósseos ou metástases para ossos (comuns nos casos de câncer de mama,

pulmão e próstata), as neoplasias de pâncreas e os tumores de cabeça e pescoço com invasão

de estruturas nervosas. Nesses quadros, na maioria das vezes, há necessidade de tratamento

intensivo da dor com medicamentos e bloqueios anestésicos.

De todo modo, existem sinais de alarme na investigação de uma dor crônica. Por

exemplo, no caso de uma dor lombar quando o paciente apresenta, além dela:

emagrecimento, febre, déficits neurológicos, perda da função urinária ou fecal, dor constante

no repouso e em progressão, é preciso investigar esse paciente com exames de imagem e

muitas vezes descartar lesões como tumores, hérnia de disco, infecções ou fraturas.

Após avaliação do médico especialista em dor, e elucidada uma síndrome dolorosa

para o paciente, pode-se lançar mão de investigações complementares como exames

laboratoriais, neurofisiológicos ou de imagem. Esses exames auxiliam o médico na investigação

da causa da dor e na sua classificação. Por exemplo, o paciente com câncer pode evoluir com

uma dor aguda lombar e, na investigação por imagem, ser detectado uma fratura patológica

de coluna – o que demonstra que o melhor caminho é buscar cobrir o máximo de

possibilidades.

Em todo caso, estabelecido um diagnóstico, o tratamento é bastante amplo e se baseia

em terapia medicamentosa, tratando a dor em si, a insônia e a depressão; terapias com

procedimentos minimamente invasivos, como os bloqueios anestésicos ou neurolíticos; e

neurocirurgias funcionais para vias nociceptivas. Além disso, nunca é demais frisar, é

fundamental o acompanhamento interdisciplinar com psicólogos, médicos fisiatras,

acupunturistas, oncologistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e enfermeiros.

Na terapia medicamentosa, as drogas de uso consagrado são os opióides, sendo a

morfina o seu protótipo. Porém, se a dor principal do paciente é uma dor neuropática, o

tratamento específico muda e são utilizados medicamentos antidepressivos, antiepiléticos, ou

ainda anestésicos locais em adesivos a fim de tratar os sintomas neuropáticos – que são dores

em choque ou queimação em geral. No caso de uma dor miofascial, a conduta principal é

reabilitar o paciente quanto à desordem que causou a disfunção muscular, usando relaxantes

musculares e agulhamentos dos pontos-gatilho ativos.

Seja como for a abordagem da dor oncológica, devemos sempre almejar a melhora na

qualidade de vida do paciente, enxergando-se a dor não como uma palavra ou um sintoma

isolado, e sim como uma síndrome, ou seja, uma conjugação de sinais e sintomas a ser

decifrada, oncositesendo de suma importância ter-se em mente, durante a investida, o conceito de dor

total, em que o indivíduo como um todo, com seus caracteres fisiológicos, sociais, emocionais

e até espirituais, é o centro do problema e a chave para a reabilitação.

João Batista Alves Segundo

Arraial Oncoclínica 2015

Nesse final de semana, aconteceu o Arraial da Oncoclínica.
Muita animação, música boa e alegria em um momento de descontração e interação entre os nossos colaboradores, clientes e familiares.

Confira algumas fotos:

Arraial oncoclínica 01 Arraial oncoclínica 03 Arraial oncoclínica 04 Arraial oncoclínica 06 Arraial oncoclínica 08

Algumas reflexões sobre como receber o diagnóstico.

DSC01608

Ingrid Orsano

 

RECEBENDO O DIAGNÓSTICO:

Você sabia que cuidar das emoções é tão importante quanto cuidar do físico? Principalmente se a pessoa estiver sofrendo uma grande angústia, como a perda, ou estiver abaladapor um diagnóstico grave como o de câncer. Apesar dos progressos alcançados nas áreas de diagnóstico e tratamento, ainda é grande o  impacto da palavra câncer. O câncer é visto como uma doença multifatorial, ou seja, vários fatores influenciam para o seu  surgimento, como por exemplo: fatores biológicos, pessoais, fatores genéticos, fatores  ambientais e estilo de vida.
Receber um diagnóstico de câncer pode levar o indivíduo a enfrentar um processo de luto, pois haverá alterações importantes na rotina e na vida do mesmo. A psiquiatra Elizabeth Kübler-Ross propôs cinco estágios do processo de luto para pacientes  terminais. Mas essas distintassão úteis para pessoas que enfrentam qualquer forma de perda  pessoal. Irei fazer um breve comentário sobre elas:

1) Negação
A pessoa sente-se atordoada ou emocionalmente adormecida, negando a sua realidade atual. O discurso baseia-se em “não, eu não merecia isso”, “porque isso aconteceu comigo?” ou “porque eu não evitei?”. Nesta fase muitas coisas perdem o sentido e até as tarefas mais simples se tornam muito difíceis de serem realizadas.

2) Raiva
É o momento em que a pessoa sente-se revoltada: “Como pode Deus (ou a vida, ou o destino) fazer isso comigo?”. Acontece um período de grande agitação, ansiedade, algumas pessoas tem dificuldade para concentrar-se e o sono é alterado. A raiva pode ser voltada tanto para uma entidade superior (Deus) como também contra qualquer pessoa pelo ocorrido, incluindo a si mesma (sentimento de culpa), médicos, enfermeiros, amigos e familiares.

3) Barganha
Nesta etapa a pessoa começa um processo de negociação: “prometo ser uma pessoa melhor se me curar”

4) Depressão
É uma fase marcada por crises de choro, momentos depressivos, períodos de grande tristeza em que a pessoa prefere o isolamento e o silêncio.

5) Aceitação
A depressão chega ao fim e a mente busca novos assuntos. Aceitar o processo não impedirá novas dores, mas leva o indivíduo a decidir qual será sua reação. O pensamento é direcionado para o futuro em vez de passado, mantendo-se uma atitude positiva da vida. Não necessariamente esses estágios são vividos nessa mesma ordem. A pessoa que sofre pode ir, por exemplo, da aceitação para a raiva e de volta para a aceitação, “dançando”entre eles. Essas mudanças de emoções podem preocupar as pessoas próximas, mas cada estágio é essencial, pois a pessoa que sofre faz uma análise mais franca em tudo que aconteceu e em tudo que escolhe enfrentar. Cada um tem o seu tempo e dependendo como se lida, essas fases serão ultrapassadas gradativamente.

É importante saber que a mente e o corpo estão interligados e o funcionamento de um afeta diretamente no outro. Sendo assim, o corpo e as emoções podem trabalhar em conjunto para criar saúde.
O principal objetivo do serviço de psicologia é oferecer ao paciente e sua família, apoio emocional que lhes permita enfrentar a doença, melhorando a qualidade de vida em todos os estágios, desde a prevenção, diagnóstico, tratamento, cura e/ou cuidados paliativo.

Autor: Ingrid Orsano

é psicóloga na Oncoclínica Oncologistas Associados