Em caso de emergência, pacientes devem ligar para:
(86) 99982-0547

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Confraternização de Natal

Nossa confraternização de Natal foi linda, com um clima de união e felicidade entre todos os nossos colaboradores. Queremos compartilhar esse momento com todos vocês.
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1º TEAL Oncoclínica

Em comemoração ao 13º aniversário da Oncoclínica e dos aniversariantes do mês de setembro, realizamos o nosso 1º TEAL (Treinamento Empresarial ao Ar Livre), que é um treinamento especial ao ar livre, que integra grupos e trata da humanização do trabalho em equipe, por meio de jogos colaborativos e dinâmicas de grupo. Foi um momento muito especial para toda a família Oncoclínica e queremos compartilhar com todos vocês!

 

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Exercícios Funcionais Pós Mastectomia

Imagine passar por um ano de tratamento de câncer de mama, incluindo cirurgia, remoção de gânglios linfáticos, quimioterapia e radioterapia. O seu corpo sente-se como se estivesse estado em guerra, sob-bombardeamentos constantes. Terminada esta fase, está na hora de recomeçar a sua vida e iniciar uma dieta restrita e um programa de exercícios. Aí então, você descobre que está com linfedema.

O que é um Linfedema?

O linfedema é a retenção localizada de fluidos, provocada por um bloqueamento do sistema linfático. No caso de pacientes com câncer de mama, o linfedema causa inchaço nos tecidos moles do braço, mão, tronco e peito no lado da cirurgia. Mulheres que sofreram dissecação axilar ou radiação estão particularmente em risco.

Os sintomas incluem sensação de peso, dormência, fadiga e, algumas vezes, dor. As mulheres afetadas têm movimentos limitados dos braços e diminuição da força muscular, causando restrições nas suas atividades. O braço mais duro à medida que o linfedema piora.

O linfedema pode desenvolver-se meses ou anos após o tratamento de câncer, podendo ser provocado por uma infecção, movimentos repetitivos, viagens de avião, picadas de insetos, massagens vigorosas ou obesidade. Obviamente que prevenir um linfedema ou detectá-lo precocemente é melhor do que tratá-lo em estado avançado.

O Papel do Exercício Físico

Como é que o exercício pode fazer a diferença? Ao contrário do sistema circulatório, o sistema linfático não possui um bombeamento central; ele é estimulado pelas mudanças de pressão das contrações musculares ou da respiração profunda. A respiração profunda melhora o bombeamento no ducto torácico; as contrações musculares realizadas em uma sequência específica (geralmente a partir das extremidades em direção ao tronco) pode aumentar o retorno linfático. Além disso, podem ser feitos exercícios para alongar os músculos peitorais maiores e trapézio, e fortalecer os músculos do ombro. Exercícios que enfatizam a respiração profunda e flexibilidade tais como a Yoga e o Pilates, podem ser particularmente benéficos.

Aquecimento

Aquecimento adequado prepara o corpo para o exercício e abre os canais linfáticos. O aquecimento pode incluir:
  • Respiração profunda.
  • Rotações do pescoço.
  • Protração e retração dos ombros (levar os ombros para frente e para trás).
  • Rotação desenhando círculos com os ombros

Exercício Cardiovascular

É recomendado 20 a 30 minutos de exercício aeróbico, como caminhada ou natação, de 3 a 5 vezes por semana.

Treino de Força

O treino de força na área afetada tem sido um assunto controverso. Tente fazer os exercícios com calma e siga as instruções abaixo:

  • Sempre inicie com aquecimento antes de começar o treino de força no braço afectado.
  • Observe a resposta ao exercício. Fique atenta a qualquer inchaço na área, o qual poderá indicar que a carga ou o número de repetições está muito alto, ajustando então o programa de acordo com essa resposta.
  • Use uma luva de compressão (geralmente prescrita pelo fisioterapeuta).
  • Concentre-se nos músculos dos ombros e das costas, incluindo o deltóide, serrátil anterior, trapézio, rombóides e os músculos estabilizadores do ombro, chamados de manguito rotador, para otimizar o fortalecimento do ombro e promover vias alternativas de drenagem linfática.
  • Trabalhe a região abdominal para facilitar o retorno do fluxo linfático ao ducto torácico.
  • Para dar um descanso ao braço afetado, alterne os braços; alterne também exercícios para o tronco superior e inferior ou treine em circuito, incluindo tanto o treino cardiovascular como o treino de força.
  • Planeje um programa para 2 a 3 vezes na semana. Comece devagar e vá progredindo gradualmente (ex. 1 série com carga de 1 kg no primeiro dia; 2 ou 3 séries com 1kg nos segundo e terceiro dias). Ao aumentar a carga, reduza o número de séries.
  • Proceda da maneira usual para treinar o braço não afetado, tronco, abdominais e pernas, a não ser que a reconstrução da mama tenha sido feita utilizando o músculo reto do abdomem. Neste caso, consulte o seu médico antes de começar qualquer exercício abdominal.
  • Inclua exercícios de Pilates, os quais enfatizam a postura e respiração enquanto trabalham a região abdominal.

Flexibilidade

Exercícios de alongamento para os ombros, região axilar, região do músculo peitoral e grande dorsal podem ajudar a alongar o tecido cicatricial e diminuir o endurecimento axilar e a compressão do desfiladeiro torácico, aumentando o fluxo linfático. Como o tecido cicatricial continua a se formar durante 1 a 2 anos, os alongamentos devem ser feitos várias vezes ao dia, pelo menos durante um ano após a cirurgia e, preferencialmente, deve tornar-se um hábito de vida.

Minimize os Problemas enquanto Maximiza os Ganhos

O seu programa de exercícios deve ser baseado no seu historial médico, preferências e nível de atividade. A progressão no exercício deve ser feita devagar e com segurança, e sempre com o objetivo de recuperar a forma física, função e resistência.

Tipos de Exercício de Flexibilidade

Os alongamentos devem ser feitos devagar. Deve-se expirar durante a fase de esforço e manter a posição por 10 segundos, no início, aumentando gradualmente para 30 segundos após algumas repetições. Estes exercícios devem ser feitos de 5 a 10 vezes seguidas, várias vezes durante o dia.

Elevação do Ombro

Equipamento: bola ou bastão pequeno e leve.

  • Deite-se de costas com os joelhos dobrados, pés e costas apoiadas firmemente no chão.
  • Segure a bola com ambas as mãos e inspire. Expire e lentamente erga a bola acima da cabeça, mantendo os cotovelos estendidos.
  • Mantenha a posição até sentir desconforto, mas não dor. Respire profundamente enquanto segura a bola na altura máxima. Vá gradualmente alongando o braço afetado.

Alongamento com Bola

Equipamento: bola terapêutica.

  • Ajoelhe-se, com os quadris sobre os calcanhares, pernas apoiadas contra o chão e com o peso do corpo nos pés.
  • Coloque as mãos em cima da bola, mantendo os cotovelos estendidos e abdominais contraídos.
  • Lentamente role a bola para frente, com ambas as mãos para o mais longe possível, e mantenha a posição, sentindo o alongamento.
  • Role a bola o mais longe possível para a direita e mantenha a posição.
  • Role a bola o mais longe possível para a esquerda e mantenha a posição.

 

 

Fonte: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/exercicios-funcionais-pos-mastectomia/193/22/

Amora, framboesa, mirtilo e morango têm efeitos benéficos contra vários tipos de câncer

Inúmeras evidências sugerem que as pequenas frutas que apresentam polpas macias, tais como: amora, framboesa, mirtilo, morango, etc. podem ter efeitos benéficos contra vários tipos de cânceres humanos.

O potencial anticancerígeno dessas frutas tem sido atribuído pelo menos em parte, à presença de inúmeros fitoquímicos bioativos, ou seja, compostos produzidos pela planta, incluindo entre eles polifenois (flavonoides, proantocianidinas, elagitaninos, gallotannins, ácidos fenólicos), stilbenoids, lignanas e triterpenoides.

Estudos mostram que o efeito anticancerígenos desses compostos presentes nessas frutas, são medidos por suas capacidades de neutralizar, reduzir e também reparar os danos resultantes da formação de excesso de radicais livres (estresse oxidativo) responsável pelo aparecimento de várias doenças como: diabetes, hipertensão, inflamação, Alzheimer, Parkinson, câncer entre outras.

Embora uma variedade de frutos vermelhos seja consumida em todas as regiões do mundo, na América do Norte, os comumente consumidos são: amoras pretas, framboesas, mirtilos, cranberries, framboesa vermelha e morangos.

Essas pequenas frutas de polpa macia e colorida são consumidas em nossa dieta não só na forma fresca e congelada, mas também como produtos processados, incluindo frutas enlatadas, iogurtes, bebidas, compotas e geleias.

O uso também de extratos secos dessas frutas como ingredientes funcionais, utilizados sozinhos ou combinados com outras frutas coloridas, vegetais e extratos de ervas na forma de suplementos alimentares tem sido uma tendência mundial.

Outro “nicho” bastante explorado atualmente são as frutas silvestres como exemplo: mirtilos, groselha, amora preta, lingonberry e a amora silvestre, que são popularmente consumidas em outras regiões do mundo.

Além disso, há uma tendência crescente no consumo de produtos e de frutas tipo exóticas incluindo a romã (Punica granatum), goji bagas (barbarum Lycium; também conhecido como o wolfberry), mangostin, o açaí brasileiro (Euterpe oleraceae) e o fruto do maqui chileno (Aristotelia chilensis).

Estudos recentes têm comprovado o efeito potencial anticâncer desses componentes isolados purificados encontrados nessas pequenas frutas. Esses incluem fitoquímicos, compostos fenólicos como as antocianinas (pigmentos que dão as cores atraentes para as frutas e vegetais coloridos), a quercetina (flavonol presente também em cascas de cebolas, maçã, etc.), proantocianidinas (polímeros flavanol em chá verde, sementes e casca de uva, blueberries, cranberries, chocolate escuro, etc.), os taninos hidrolisáveis (particularmente elagitaninos, encontrados em morangos, framboesas pretas, framboesas vermelhas, amoras, uvas, algumas nozes, bebidas envelhecidas em carvalho, etc.), e outras moléculas de flavonoides relacionados.

Um maior consumo de frutas e vegetais tem sido associado com a diminuição do risco de uma série de cânceres de origem epitelial, incluindo o câncer de esôfago.

Um estudo recente mostrou que a administração da dieta equilibrada e enriquecida com pó de amora preta liofilizada inibiu significativamente câncer de boca, esôfago, cólon e carcinogênese em ratos.

Um estudo piloto com duração de seis meses foi desenvolvido em pacientes com Esôfago de Barrett (EB ou síndrome de Barrett) uma doença na qual há uma mudança anormal (metaplasia) nas células da porção inferior do esôfago causada provavelmente por uma exposição prolongada ao conteúdo ácido proveniente do estômago (esofagite de refluxo) é encontrado em cerca de 10% dos pacientes que procuram tratamento médico para a doença do refluxo gastroesofágico.

O esôfago de Barrett possui relevância clínica por ser considerado uma condição pré-maligna, ou seja, é uma lesão associada a um risco aumentado de câncer esofágico. Nesse estudo durante os seis meses foram administrados diariamente 32 gramas e 45 gramas de pó seco de amora preta para as mulheres e homens respectivamente, participantes da pesquisa. Os resultados comprovaram que o consumo diário de pó de amora preta promoveu reduções na excreção urinária de dois marcadores do estresse oxidativo, 8-epi-prostaglandina F2R e, em menor medida mais variável, 8-hidroxi-2′- desoxiguanosina, indicando efeito benéfico da ingestão da amora preta no caso de pacientes com esôfago de Barret.

Evidências cientificas recentes sugerem que essas pequenas frutas podem ter um imenso potencial para prevenção e terapia do câncer, mas ainda existem lacunas importantes no nosso conhecimento. Embora a compreensão de alguns dos possíveis mecanismos da ação dos fitoquímicos na prevenção do câncer tenha aumentado na última década, os esforços de investigação continuam centrados na elucidação dos mecanismos de ação a nível celular e molecular.

Mais estudos devem ser concebidos para investigar o potencial preventivo dessas frutas na prevenção de câncer tanto em modelos animais como em seres humanos. Além disso, torna se necessário estudar a biodisponibilidade desses compostos presentes na fruta. Verificar se o potencial quimiopreventivo (capacidade de prevenir câncer) é aumentado por interações complexas entre as substâncias presente dentro da matriz alimentar natural desses frutos, ou se é melhor em combinação com substâncias fitoquímicas de outros alimentos, isso deve ser investigado.

Além disso, os estudos de sondagem potencial “erva-droga” interações dessas pequenas frutas e medicamentos devem ser cuidadosamente investigada, planejada e controlada em estudos clínicos com humanos. Finalmente, a pesquisa interdisciplinar é altamente recomendável de modo que os estudos básicos e pré-clínicos possam levar a investigação translacional (do laboratório à beira do leito).

Concluindo, é fortemente recomendado que essa área de investigação para as pequenas frutas de polpa macia e colorida continue a ser explorada, pois isso será base para o estabelecimento de estratégias para o desenvolvimento seguro e eficaz de dietas que serão mais um aliado para a prevenção e tratamento de diversos tipos de cânceres.

 

Fonte: https://guiame.com.br/vida-estilo/saude/amora-framboesa-mirtilo-e-morango-tem-efeitos-beneficos-contra-varios-de-cancer.html#.VLNZkNJQOzx

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